Em Conversando com os espíritos, você conhecerá histórias de pessoas que, com a ajuda do autor, conseguiram fazer contato com parentes mortos e deram novos rumos a suas vidas. Como a mãe que ouviu do filho um pedido de desculpas pelo próprio suicídio e o reencontro de um homem com sua esposa falecida, no qüinquagésimo aniversário de casamento. Além de surpreendentes relatos como esses, Van Praagh conta a sua jornada em busca do autoconhecimento. Com ensinamentos e depoimentos comoventes, o autor nos ajuda a lidar com a dor da perda, ensinando técnicas para desenvolver o sexto sentido, conhecer nossos espíritos-guias e identificar os sinais que vêm do outro lado. Abra seu coração e deixe este livro mudar para sempre a sua maneira de encarar a vida e a morte.
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QUANDO AMAMOS NÃO SOFREMOS - "
FALA MIGUEL"
Esta é a nova postagem com trechos do livro "Fala Miguel", de Maria Helena M. Lapenda, uma obra psicografada que narra o falecimento e a trajetória, no novo plano de vida, do jovem Miguel Luiz Lapenda, assassinado aos 20 anos de idade, em setembro de 2000, vítima de assalto.
"Mamãe. É mesmo assim, sentido que o tempo é curto para isso, em função de toda a sonolência que ora trago comigo, vem à necessidade de me adaptar mais depressa, pois o tempo passa e existe muita coisa a ser feita. Estou sendo muito ajudado pelo tio Formiga, o Eurícledes Formiga, que junto do bisavô João e muitos outros iluminados de roupa branca, que se apresentaram para mim logo que eu despertei, três dias depois da fatalidade que me desligou..."
Para receber o livro gratuitamente, em pdf, peça por e-mail
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QUANDO AMAMOS NÃO SOFREMOS - "
Esta é a nova postagem com trechos do livro "Fala Miguel", de Maria Helena M. Lapenda, uma obra psicografada que narra o falecimento e a trajetória, no novo plano de vida, do jovem Miguel Luiz Lapenda, assassinado aos 20 anos de idade, em setembro de 2000, vítima de assalto.
"Mamãe. É mesmo assim, sentido que o tempo é curto para isso, em função de toda a sonolência que ora trago comigo, vem à necessidade de me adaptar mais depressa, pois o tempo passa e existe muita coisa a ser feita. Estou sendo muito ajudado pelo tio Formiga, o Eurícledes Formiga, que junto do bisavô João e muitos outros iluminados de roupa branca, que se apresentaram para mim logo que eu despertei, três dias depois da fatalidade que me desligou..."
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